neuromancer

Eu li • Neuromancer

01_neuromancerWilliam Gibson
Editora Aleph
416  Páginas
Ano 2014
Edição Especial de 30 anos.

Sinopse
A história é ambientada em um futuro em que os humanos se interconectam pela matrix: uma alucinação coletiva virtual, por onde todos se conectam para saber tudo sobre tudo. Case, um cowboy (atualmente ele seria um hacker), porém, não pode mais acessá-la. Ele foi banido e, hoje, sobrevive como pode, se drogando nos subúrbios de uma Tóquio futurista e ao mesmo tempo decadente. E continuaria a se destruir se não encontrasse Molly, uma samurai das ruas que o convoca para uma missão da qual depende toda a existência da rede. O romance de estreia de Gibson é o primeiro volume da chamada Trilogia do Sprawl, que ainda inclui os livros Count Zero e Mona Lisa Overdrive.

 

Sem Spoilers, porque isso não é Espilotríssimo

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Um filme cancelado influenciou os clássicos do Sci-fi

Engraçado como um livro de 1965 possa ter feito muito, mas muito sucesso até geração passada e está sendo revivido pela nossa sendo comprado e estando exposto em nossas prateleiras. Duna é um livro sci-fi que é praticamente uma leitura fantástica e deu origem a diversos clássicos do cinema quando o diretor Alejandro Jodorowsky tentou adaptá-lo na década de 70 e recusado em cada estúdio por ser ousado demais, por ser um filme “para frente” demais, para 10 anos depois com o sucesso de Star Wars ter uma adaptação extremamente fraca e que não valoriza nem um pouco todo o mundo que Frank Herbert criou, um mundo complexo e rico.

Um colega de trabalho me indicou Duna, porque eu queria muito fazer meu TCC (veja-o aqui) sobre criação de personagem e/ou figurinos para uma adaptação cinematográfica. Tantos livros na estante que nunca foram adaptados e que não tinham nada de diferente, logo me apresentam Duna e é leitura que você precisa de muitas referências para conseguir imaginar tal mundo, logo sendo um grande desafio pensar em uma adaptação que tenha uma direção de arte fiel a cada linha descrita do livro para que eu conseguisse pensar em como desenhar o que que seria feito. No fim, Duna tornou-se uma das séries literárias que mais aprecio por ser tão ousado e extremamente novo, mesmo sendo uma série de livros de mais de 50 anos. Depois de ter entregue o TCC e me sentindo extremamente satisfeita, meses depois recebemos a notícia que Denis Villeneuve, diretor de A Chegada (leia aqui a resenha do melhor filme de 2016), iria dirigir o reboot do filme. Como fiquei feliz. Nossa. (mais…)

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Resenha: A Chegada

Sem spoilers, pois isso não é Espilotríssimo.

 

O que dizer de um filme que te faz lacrimejar quando os créditos finais se iniciaram, porque cada centavo que você gastou ali foi válido e também pelo fato que foi o primeiro filme que você viu no cinema em 2016 que é realmente bom de verdade, um filme completo para mim.  E extremamente complexo. Quando vi o trailer desse filme, que apenas vi uma vez, sabia que precisava assistir pelo seu gênero ser uma ficção científica atual. O engraçado é que depois que fui assistir A Chegada, fui visitar resenhas por aí na internet e vi que nos sites brasileiros, maioria dos internautas que comentaram acharam o filme horrível e que entenderam nada e isso me deixa triste. O cinema, a qualidade do cinema, está tão prejudicada por adaptações e filmes de heróis que simplesmente entregam uma bandeja com tudo pronto que o espectador nem precisa usar um neurônio, apenas assistir e curti um filme bacaninha. Mas A Chegada foi um sopro de ar fresco no meio de tantos filmes, foi um presente enviado por alienígenas para quem gosta de filmes mais elaborados. (mais…)

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Resenha: Star Trek – Sem Fronteiras

Sem spoilers, porque isso não é Espilotríssimo.

Chegamos ao terceiro filme da franquia Star Trek que fora ressuscitada para o cinema alguns anos atrás, com um tom menos adulto nessa nova geração e mais voltado as explorações espaciais, J. J. Abrams trouxe a saga de volta de forma primorosa e respeitosa, apesar de não ser nenhum tipo de reebot ou algo do gênero, mas uma franquia nova e fiel aos personagens e ao universo de Star Trek. No terceiro filme já não temos J.J. Abrams na direção, o que é bom, pois o filme acaba tornando-se um pouco mais inovador e com menos clichês de direção de J.J., logo o encontramos na produção, ficando a direção para o diretor de Velozes e Furiosos 5 e 6, Justin Lin e o roteiro com Simon Pegg, o Scotty no filme com parceria de Doug Jung. (mais…)

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