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Eu assisti • Power Rangers

Sem spoilers, pois isso não é Espilotríssimo.

Um mês de março lotado de possíveis blockbusters e Power Rangers se concretizou como um. Uma série que tem praticamente 24 anos, pessoas da minha idade e até mais velhas com toda certeza acompanharam boas temporadas dos mais diversos tipos de Power Rangers que existiram, o que dá uma bela abertura para criação de um universo cinemático, uma nova franquia no meio de tantos super-heróis e que também abusa e usa do sentimento de nostalgia daqueles que eram fãs na época e também querendo capturar mais de um público novo.

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Eu assisti • A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell

Acredito que nessa resenha é muito interessante dar uma introdução ao original Ghost in the Shell ou Fantasma do Futuro, quando foi lançado em português seu primeiro longa-animado em 1995, mas anteriormente temos o mangá de 1989 (resenha aqui). Um resumo bem curto: temos o mangá que são em 3 volumes; temos os dois longa-animados que é o de 1995 e de 2004, logo depois saiu um novo longa sem qualquer ligação com os anteriores e por fim uma nova série de filmes de 2013 em diante que são mais 4 longa-animados, junto do anime de 2014 que são duas temporadas. Já para perceberem que temos muito plots e todos eles priorizando debates psicológicos e filosóficos, mesmo sendo várias versões de design da Major nessa nova geração de GitS. Então quem é fã da franquia, não deve ter expectativas de uma adaptação extremamente fiel, mas pensar como a Major na animação de 1995: “a rede é vasta e infinita”.

 

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Eu assisti • Fragmentado

Gente, vocês não sabem como me deixam felizes com os comentários que apreciam os detalhes que escrevo em minhas resenhas e por possuir a imparcialidade nelas, pois bem, eu aprecio filmes como obras de arte, mas com estudos vemos muito mais além e eu quero vocês apreciem também as obras de forma completa, por isso dou detalhes até mesmo de história da arte, mas também apontando os acertos e defeitos do filme que acho deveras importante. Obrigada pelos comentários nas últimas resenhas!

Sem spoilers, pois isso não é Espilotríssimo.

O que esperar de um diretor que deu para nós a maioria dos suspenses que mais nos prendeu e que com aquele final que nos deixa de cabelo em pé e todos os pelos do corpo arrepiados? M. Night Shyamalan volta aos cinema como um filme que promete nos dar todas essas mesmas reações que seus principais filmes nos deu, como em O Sexto Sentido, Sinais, A Vila e Corpo Fechado. Seria Fragmentado sua volta no reinado nos Terror com Suspense? Será que esse filme seguirá a “Receita Shyamalan”, que é sempre nos dar uma surpresa sobre a trama? Logo eu entrei no cinema e pensei: não faço ideia do que esperar desse filme. (mais…)

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Eu assisti • A Bela e a Fera

Sem spoilers, pois isso não é Espilotríssimo.

Como não ganhar dinheiro? Com certeza é deixando de fazer live action de qualquer animação ou de algum tipo de publicação impressa (não esquecendo dos remakes que surgem a cada semana), mas é claro, usando personagens que são completamente vendáveis, só de existir a ideia deles serem adaptados já se ganha dinheiro e isso é algo que está fazendo com os roteiros originais estejam durando menos nos cinemas. Como competir com uma produção que tem promessas de uma bilheteria gorda que usa a nostalgia e o marketing de vender princesas, guerreiros e heróis no meio de tantos horários? Não tem. A indústria cinematográfica virou apenas uma bilheteria gorda de histórias que já conhecemos e que funciona muito bem para os estúdios, e A Bela e a Fera é a prova disso. (mais…)

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Eu li • Ghost in the Shell (meu sonho de mangá)

61yi-slyaflMasamune Shirow
Editora JBC
352  Páginas
Ano 2016
1ª Edição no Brasil – Japão 1989

Sinopse
Influenciado por obras “cyberpunk” do final dos anos 1980 como Akira e por filmes como Blade Runner – O Caçador de Androides, o cenário escolhido por Masamune Shirow para The Ghost in the Shell foi o futuro distópico de 2029, onde a alta tecnologia se mistura a uma sociedade decadente e desigual. É nesse mundo à beira do colapso que a Major Motoko Kusanagi encabeça a Seção 9 da Segurança Pública japonesa. Motoko é uma ciborgue altamente treinada incumbida de desmantelar uma série de crimes cibernéticos realizados por um hacker conhecido como o Mestre dos Fantoches. Em meio à caça ao criminoso virtual, Masamune Shirow insere na trama questionamentos existencialistas, ponderando até mesmo se alguém provido meramente de Inteligência Artificial é, de fato, um ser vivo. E foi exatamente essa mistura de ficção científica, ação e temas filosóficos que fizeram do mangá The Ghost in the Shell uma leitura obrigatória.

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