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Eu assisti • Mulher Maravilha

Sei que foi quase um mês sem postagens, pelo motivo que voltei a estudar para valer o que mais amo: ilustração e concept art. Quero seguir de vez essa carreira que não é nada fácil. Meu aniversário passou e nem postei minha wishlist, mas estamos todos aqui! E para falar de um filme que deve ser usado de exemplo.

Sem spoilers, pois isso não é Espilotríssimo.

ww1Temos duas vertentes nos cinemas quando se trata de heróis: a receita básica da Marvel, literalmente usada em todos os filmes, que está nas telas quase comemorando uma década; Do outro lado temos a DC, tentando iniciar seu universo se permitindo errar (até certo ponto) e sem a proposta de ser um blockbuster, por usar e abusar dos sentimentos e psicológico dos personagens que foram dados à luz por Zack Snyder, o diretor que foi crucifixado por fazer um trabalho inovador, mas não para críticos e o público em geral, porém, acho que a maior diferença entre as empresas é que a DC não tem medo de ousar e errar. Com suas duas últimas experiências; uma é um filme de origem e a outra um filme de dilemas, temos agora um filme de origem que deve ser usado como exemplo agora com a participação de Geoff Johns (Produtor Executivo) no mundo da Warner-DC, parece que teremos ótimo resultados.  Um verdadeiro filme de herói é o que Mulher Maravilha nos proporciona, é a representação do que é ser um super-herói e desde seus primeiros passos como um. (mais…)

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Eu li • Batman Arkham Knight

batman_arkham_knightMarv Wolfmann
Editora Darkside
272  Páginas
Ano 2016
Novelização do jogo.

Sinopse
Arkham Knight é a adaptação literária oficial do game que conquistou fãs e críticos em 2015. Uma parceria entre a DC Comics, a Warner e a DarkSide® Books que virá com aquele padrão quase psicopata de qualidade que os fãs brasileiros merecem.

Tudo começa um ano após a morte do Coringa. A cidade, que havia se transformado num hospício a céu aberto, finalmente volta à sua rotina normal. Mas é claro que a paz não pode ser duradoura em uma metrópole que esconde vilões como Charada, Pinguim, Hera Venenosa, Arlequina e Duas Caras. Desta vez, quem inicia uma nova onda de terror é o insano Espantalho. Na noite do Dia das Bruxas, o vilão detona um ataque químico para demonstrar o poder de sua toxina do medo. Os infectados sofrem delírios terríveis e, em seu desespero, acabam matando uns aos outros. Quase 6 milhões de habitantes fogem às pressas. Mas um certo herói jamais deixaria sua cidade natal à mercê dos bandidos.

Com o apoio de Robin, Oráculo, Asa Noturna, Alfred e do comissário Gordon, Batman parte para a batalha. Munido de inteligência dedutiva, resistência física invejável e aparatos tecnológicos que nem os exércitos mais bem armados do mundo têm acesso, Bruce Wayne não necessita de superpoderes – o que não significa que essa vai ser uma tarefa fácil. Dois inimigos fatais surgem para desafiar o Homem-Morcego. O primeiro é o misterioso Cavaleiro de Arkham – um assassino com habilidades e armadura tão semelhantes às do herói mascarado que é quase como se Batman enfrentasse um clone. E para desequilibrar ainda mais essa luta, o segundo inimigo surge do nada. Mas ele não estava morto? O Coringa está de volta… Pronto para jogar? (mais…)

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Eu assisti • Power Rangers

Sem spoilers, pois isso não é Espilotríssimo.

Um mês de março lotado de possíveis blockbusters e Power Rangers se concretizou como um. Uma série que tem praticamente 24 anos, pessoas da minha idade e até mais velhas com toda certeza acompanharam boas temporadas dos mais diversos tipos de Power Rangers que existiram, o que dá uma bela abertura para criação de um universo cinemático, uma nova franquia no meio de tantos super-heróis e que também abusa e usa do sentimento de nostalgia daqueles que eram fãs na época e também querendo capturar mais de um público novo.

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Eu assisti • A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell

Acredito que nessa resenha é muito interessante dar uma introdução ao original Ghost in the Shell ou Fantasma do Futuro, quando foi lançado em português seu primeiro longa-animado em 1995, mas anteriormente temos o mangá de 1989 (resenha aqui). Um resumo bem curto: temos o mangá que são em 3 volumes; temos os dois longa-animados que é o de 1995 e de 2004, logo depois saiu um novo longa sem qualquer ligação com os anteriores e por fim uma nova série de filmes de 2013 em diante que são mais 4 longa-animados, junto do anime de 2014 que são duas temporadas. Já para perceberem que temos muito plots e todos eles priorizando debates psicológicos e filosóficos, mesmo sendo várias versões de design da Major nessa nova geração de GitS. Então quem é fã da franquia, não deve ter expectativas de uma adaptação extremamente fiel, mas pensar como a Major na animação de 1995: “a rede é vasta e infinita”.

 

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Eu assisti • A Bela e a Fera

Sem spoilers, pois isso não é Espilotríssimo.

Como não ganhar dinheiro? Com certeza é deixando de fazer live action de qualquer animação ou de algum tipo de publicação impressa (não esquecendo dos remakes que surgem a cada semana), mas é claro, usando personagens que são completamente vendáveis, só de existir a ideia deles serem adaptados já se ganha dinheiro e isso é algo que está fazendo com os roteiros originais estejam durando menos nos cinemas. Como competir com uma produção que tem promessas de uma bilheteria gorda que usa a nostalgia e o marketing de vender princesas, guerreiros e heróis no meio de tantos horários? Não tem. A indústria cinematográfica virou apenas uma bilheteria gorda de histórias que já conhecemos e que funciona muito bem para os estúdios, e A Bela e a Fera é a prova disso. (mais…)

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