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Resenha – Games: Transistor

Transistor, criado pela Supergiant Games, é um RPG de ação que conta com uma excelente narrativa, combate estratégico e trilha sonora que se encaixa perfeitamente com o game, a Supergiant Games novamente leva até nós uma experiência incrível.

Poucos jogos conseguem transmitir a dedicação que os produtores destinaram à ele, e Transistor é um desses seletos. A história se tem como foco a protagonista Red, uma famosa cantora na cidade de Cloudbank que após uma de suas apresentações ela é atacada pela facção Camerata, que tenta assassiná-la com uma espada gigante chamada Transistor.

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Logo após este atentado, Red acaba sendo teletransportada para o outro lado da metrópole, com a arma empalada no corpo do homem misterioso que sacrificou sua vida para salvá-la. Um enxame de máquinas denominado “O Processo” inunda a cidade, matando indiscriminadamente e sem descanso todos os habitantes que encontra. A cantora, junto a consciência do homem misterioso preso à Transistor partem em uma difícil provação para tentar descobrir a verdade por trás das máquinas, o verdadeiro objetivo da Camerata e o que realmente é o Transistor.

A narrativa do jogo deixa muitas coisas soltas no ar, nos deixando livre a interpretações, mas se você é o jogador que vasculha tudo, fique sabendo que os extras que você achar nos Terminais OVC (meios de comunicação e notícias da cidade) presentes durante o seu caminho no jogo e nas descrições de habilidades, você terá mais no que pensar.

O jogo possui um sistema de batalha misto, com combate em tempo real podendo ser pausado para realizar uma série de sequências determinadas pelo modo Turn(); ao ativar esse modo o jogador tem uma barra de energia que se esvai conforme ele decide ações e movimentos,  parecido com o sistema de Final Fantasy Tactics (um RPG tático). Essa combinação funciona incrivelmente bem, sendo que o jogo pende mais para o lado da estratégia do que os de reflexos rápidos (como Bastion da mesma companhia).

 

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As habilidades de Red e o Transistor são excepcionalmente customizáveis para o gosto do jogador. Você começa com apenas duas, e recebe diversas no decorrer do jogo; pode-se escolher 4 delas para usar de forma ativa, e as outras entram para melhorar sua armadura e a força das ativas (lembrando que todas podem ser usadas em qualquer uma das formas). Quer dano explosivo enquanto suga todos os inimigos para perto de si? Fácil. Controlar inimigos para lutar por você enquanto fica invisível? Ou quem sabe um golpe único devastador usando toda sua energia? Tudo é possível, e o jogo te encoraja a testar novas combinações sempre que você recebe uma novidade.

Transistor não se destaca apenas por sua mecânica e narrativa que são excelentes, mas também pela arte. Arte com referências de Cyper-punk com cores vivas e aconchegantes, fazem com que os cenários do jogo sejam únicos e lindos. O character design de Red é único também, uma mistura de clássico e futurista em um mesmo visual. Arte feita por Jen Zee que possui um estilo único em sua pintura, se diferenciando facilmente suas ilustrações de outros artistas.

 

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E não paramos por aí, a trilha sonora de Transistor é uma das melhores que já escutei, extremamente bela e sentimental. Incrivelmente viciante e com duas versões: a soundtrack original e a soundtrack extended que são com as músicas misturadas com murmúrios de Red tentando cantar, que possui a voz de Ashley Barrett que canta de forma memorável. Jogo narrado por Transistor que é dublado por  Logan Cunningham que fez um ótimo trabalho (também em Bastion), com sua voz forte e calma.

Independente do tipo de jogo que você gosta, Transistor é um que você precisa jogar. Sentir toda a experiência que a história e mecânica vão te trazer é única. A história me sugou tanto que eu não imaginava como eu ficaria ao terminar o jogo: eu não sabia se ficava feliz ou triste, porque valeu muito a pena.

Transistor é Espilotríssimo!


 

Site Oficial | Promoção do jogo na Steam!


 


Obrigada Rafa,  por me ajudar a escrever a resenha! Foi uma novidade escrever uma sobre jogos! <3


 

Carol

Designer, character designer, costume designer, ama comida, taurina, gamer, cinéfila, bookaholic, chata.

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21 comentários em “Resenha – Games: Transistor

  1. Oi Carol!
    Não conhecia esse jogo nem de longe, mas você fala tão bem dele e de um jeito tão entusiasmado que fiquei até com vontade de jogar, agora! Como faz? huahuahuhua
    Gostei das imagens, parece bem simples, mas ao mesmo tempo cheio de detalhes importantes. Adorei ver resenha de jogo *—-*
    Beijos!

  2. Que gráficos bonito!
    Eu queria ter mais tempo para jogar assim, meu marido que gosta de jogos hahaha eu só fico olhando mesmo!
    E jogo no celular hahahah mais aqueles bobinhos sabe? Nada comparado a esse jogo!

  3. Oi Carol…

    vou te falar que entendi muito pouco deste post, sou totalmente por fora dos games de hoje em dia… sou da época do Alex Kid e fiquei por lá …na era dos games antigos! hauahauha

    Bjinhos
    JuJu

  4. Oi Carol,
    Ameeei a dica, achei o visual e a ideia bem interessante.
    Mas sou muito old school pra jogos, me animo mais com Mortal Kombat hahaha ou jogo aqueles Sagas do Facebook

    Adorei os trailers!

    bjs e tenha uma maravilhosa terça =D
    Nana – Obsession Valley

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