cores

As mais belas paletas do cinema #1

Acredito que essa seja uma das partes que mais gosto em um filme: todo o trabalho conjunto da direção de arte/production design, profissionais que dentro dessa área trabalham em conjunto para desenvolver o visual que fora decidido para o filme, isso incluí também fotografia e cores. Para quem não sabe muito a diferença entre um Diretor de Arte e o Product Designer, basicamente o primeiro é o corpo do projeto e o segundo a mente, apesar de atualmente serem considerados a mesma coisa, que de certa forma, acho adequado.

Esse post é para enaltecer produções um tanto recentes que possuem um trabalho incrível de fotografia com uma paleta de cores de dar inveja e todas, claramente, com um sábio uso do cenário e com significados em cada tom usado em cena. O post será para apreciarmos um bom trabalho de filmes que são ótimos (alguns até Espilotríssimos).

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Eu joguei • Until Dawn

Faz muito tempo que não resenho jogos, mesmo tendo terminado alguns indies não consegui escrever para vocês, mas agora irei pegar firmes nas resenhas de jogos porque jogo novo não é o que me falta e depois de tanto desejar um, agora também estou jogando no meu Playstation 4, ou seja, tenho uns 30 jogos no computador para jogar e uns 4 no console. Haja tempo, né? Só de pensar queria que o dia tivesse umas 72 horas.

Se vocês querem ver as resenhas de jogos já feitas, clique aqui.

Sem spoilers, pois isso não é Espilotríssimo

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Eu li • Ghost in the Shell (meu sonho de mangá)

61yi-slyaflMasamune Shirow
Editora JBC
352  Páginas
Ano 2016
1ª Edição no Brasil – Japão 1989

Sinopse
Influenciado por obras “cyberpunk” do final dos anos 1980 como Akira e por filmes como Blade Runner – O Caçador de Androides, o cenário escolhido por Masamune Shirow para The Ghost in the Shell foi o futuro distópico de 2029, onde a alta tecnologia se mistura a uma sociedade decadente e desigual. É nesse mundo à beira do colapso que a Major Motoko Kusanagi encabeça a Seção 9 da Segurança Pública japonesa. Motoko é uma ciborgue altamente treinada incumbida de desmantelar uma série de crimes cibernéticos realizados por um hacker conhecido como o Mestre dos Fantoches. Em meio à caça ao criminoso virtual, Masamune Shirow insere na trama questionamentos existencialistas, ponderando até mesmo se alguém provido meramente de Inteligência Artificial é, de fato, um ser vivo. E foi exatamente essa mistura de ficção científica, ação e temas filosóficos que fizeram do mangá The Ghost in the Shell uma leitura obrigatória.

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Eu assisti • Logan

Sem spoilers, pois isso não é Espilotríssimo.

O que dizer? Acho que devo iniciar a resenha frisando o meu jeito que vocês conhecem muito bem: não puxo sardinha para nenhuma produtora e se é para falar que existem erros ou que é para elogiar até cansar, eu digo para vocês. Toda sinceridade sempre está exposta em minhas resenhas e apesar de Logan ser um “marco do diferente” nas histórias da Marvel ─ frisar o selo , devemos primeiramente agradecer a DC Comics que mostra desde sua trilogia do Batman de Nolan, que super-heróis são dessa forma: paranoicos, tristes, em conflito com eles mesmos o tempo todo e por aí vai com muita profundidade, e nada de positivo como mostras as piadas infantis que andamos vendo nos últimos filmes do selo. (mais…)

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Quem liga para o Oscar?

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Por Carol e LP

Se você acompanha o Oscar por pelo menos umas 4 edições, você já acha o padrão exato que a Academia segue para fazer suas escolhas e cometer as injustiças. Estamos na 89th edição do Oscar, uma premiação que talvez a gente dê credibilidade e ibope demais em algo que, infelizmente, já perdeu sua essência e que está acabada por inúmeros pontos e fatos que devemos com toda certeza analisar e criticar. O Oscar está se mostrando uma premiação que não deve mais ser tão louvada principalmente devido a sua comissão de críticos de cabeça um tanto quanto fechada para as obras que realmente devem receber os holofotes. Se você realmente entende como a Academia pensa, você nem precisa assistir o Oscar para saber quem são os ganhadores, como falei acima, o padrão se repete e vai sempre repetir, não importa o quão ruim for a qualidade do filme, mas se seguir os padrões da Academia que iremos criticar, ele estará lá esperando receber um prêmio que não deveria. (mais…)

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